Brasil piora em ranking e se torna o 6º com a energia mais cara do mundo
O Brasil tornou-se o 6º país com a energia elétrica mais cara do mundo em 2024, piorando sua posição no ranking global. Apesar de ter uma matriz majoritariamente renovável (hidrelétricas, solar, eólica), o país enfrenta altos custos devido a: (1) acionamento frequente de termelétricas caras em crises hídricas; (2) alta carga tributária (ICMS, PIS/Cofins); (3) encargos setoriais e subsídios; (4) custos de transmissão em território continental. O artigo explica como a crise hídrica de 2021, as bandeiras tarifárias e decisões governamentais impactaram as tarifas, além de mostrar que a indústria brasileira perde competitividade. Como solução, destaca-se a diversificação da matriz com energia solar e eólica (geração distribuída), redução de impostos e reformas regulatórias. O conteúdo inclui dados da ANEEL, ONS e estudos da FIRJAN, com 10 perguntas frequentes sobre o tema.










