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Sistema Fotovoltaico Residencial em Vila Galvão – Guarulhos – SP | 3,6 kWp com Microinversores

Ficha técnica do projeto

EspecificaçãoDetalhe
Potência Instalada3,6 kWp
Módulos Fotovoltaicos8x Painéis Longi Solar 450W (Tier 1)
Inversores2x Microinversores Hoymiles MI-1500
Geração Média Mensal~441 kWh
Geração Média Anual~5.289 kWh
Data de InstalaçãoJunho de 2022
LocalizaçãoGuarulhos – SP
TopologiaSistema distribuído (MLPE) com área de 18m²

O desafio: fugir da inflação energética na Grande São Paulo

Morar na região metropolitana de São Paulo traz excelentes facilidades, mas o custo de vida, especialmente a fatura de energia elétrica, pesa mês a mês no orçamento familiar.

Neste projeto executado em Guarulhos, a família enfrentava uma despesa contínua de cerca de R$ 395,00 mensais com a EDP, somando o alto custo do kWh com os frequentes reajustes das bandeiras tarifárias. Era um valor que saía diretamente do bolso para cobrir um consumo médio de 435 kWh por mês, sem gerar nenhum benefício ou retorno a longo prazo.

Foi então que a família tomou a decisão inteligente de parar de “alugar” a energia e começar a produzi-la no próprio telhado. O desafio da nossa engenharia era entregar uma solução compacta, que coubesse em apenas 18 metros quadrados, garantisse total segurança para a casa e acabasse de vez com a dor de cabeça no fim do mês.


A solução: painéis Longi e microinversores Hoymiles

Para viabilizar a geração de energia em uma área de telhado mais restrita, precisamos utilizar equipamentos com densidade de potência superior. Projetamos o sistema com 3,6 kWp, garantindo não apenas que o consumo mensal fosse atendido, mas que sobrasse energia para compor um banco de créditos na concessionária.

Utilizamos 8 módulos fotovoltaicos de 450W da Longi Solar, uma das maiores fabricantes globais do mercado (Tier 1). Essas placas garantem alta absorção de irradiância mesmo com pouca área útil instalada.

O grande diferencial do projeto, no entanto, está na conversão da energia. Adotamos 2 microinversores Hoymiles MI-1500. Essa escolha técnica (arquitetura MLPE) assegura que:

  • A eficiência seja independente: Cada par de painéis opera sem depender dos demais. Se o telhado vizinho ou uma nuvem fizer sombra em uma placa, o restante do sistema continua produzindo potência máxima. Em sistemas antigos, isso não era possível.
  • O monitoramento seja total: A família pode acompanhar o desempenho de cada um dos 8 painéis na palma da mão, através de um aplicativo via Wi-Fi.
  • A segurança seja extrema: Por não haver alta tensão contínua trafegando para dentro da residência, o risco de incêndios por falhas no telhado (arco elétrico) é mitigado quase a zero.

Economia na prática: um investimento que se paga sozinho

O desempenho financeiro desse projeto é um exemplo perfeito de por que a energia solar residencial mudou o cenário imobiliário no Brasil. A usina foi dimensionada para gerar, em média, 441 kWh por mês, superando discretamente o consumo da residência.

O investimento total foi em torno de R$ 19.650, mas o impressionante é a matemática que se desenrola a seguir. A economia anual estimada já no primeiro ano supera os R$ 4.200,00. Isso gera um tempo de retorno (Payback) de exatos 4 anos (48 meses).

Isso significa que o sistema “se paga” muito rápido. Após esses quatro primeiros anos, toda a energia gerada é lucro líquido para o bolso do cliente. Projetando a vida útil de 25 anos dos equipamentos, a conta que a família deixará de pagar à concessionária somará impressionantes R$ 402.500,00. O Retorno Sobre o Investimento (ROI) foi calculado em 19 vezes o capital inicial — algo impossível de conseguir na caderneta de poupança.

Infográfico ilustrando a economia superior a R$ 402 mil e o retorno em 4 anos
Infográfico: O investimento inicial retorna em 4 anos. O ganho projetado em 25 anos passa de R$ 402 mil.

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Perguntas frequentes sobre o projeto

Um sistema de 3,6 kWp ocupa muito espaço no telhado?

Não. Como utilizamos painéis modernos e de alta potência (Longi 450W), este sistema exigiu apenas cerca de 18 metros quadrados de área de telhado livre de sombreamentos excessivos.

O que acontece quando os painéis geram mais do que eu consumo?

Toda a energia excedente é enviada para a rede da distribuidora (EDP, neste caso) através de um relógio bidirecional. A concessionária converte esse "excesso" em créditos energéticos que ficam vinculados ao seu CPF e têm validade de 60 meses.

Por que os microinversores Hoymiles são mais seguros?

Porque eles realizam a conversão da energia solar (corrente contínua) para energia elétrica residencial (corrente alternada) logo abaixo do painel, no telhado. Isso elimina cabos perigosos de alta voltagem descendo pela tubulação da sua casa.

Eu pago algo para a concessionária mesmo tendo placas solares?

Sim, após a instalação, a sua fatura virá apenas com a "taxa de disponibilidade" (custo mínimo pelo poste e fiação) da concessionária e a taxa de iluminação pública, um valor simbólico frente aos R$ 395 que você pagava.

Qual a durabilidade dos painéis da Longi Solar?

A Longi é fabricante Tier 1. Suas placas fotovoltaicas entregam resistência premium e acompanham garantias de produção superiores a 25 anos, período durante o qual continuarão entregando no mínimo 80% da sua capacidade inicial.


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