Instalação e Manutenção

Energia solar em Mairiporã: Economia de R$ 1,3 milhão com 11,40 kWp?

Ficha técnica do projeto

Especificação Detalhe
Potência Instalada 11,40 kWp
Módulos Fotovoltaicos 20x Sunova 570W N-Type TOPCon
Inversores 5x Microinversores SAJ M2-2.25K-S4
Geração Média Mensal ~1.440 kWh
Geração Média Anual ~17.276 kWh
Investimento R$ 27.195,31
Payback 24 meses
Economia Projetada (25 anos) R$ 1.332.935,97
Data de Instalação Agosto de 2024
Localização Mairiporã – SP
Concessionária Elektro São Paulo

O não paulistano, ao menos não no espírito

Existe um tipo de morador que não cabe em nenhuma definição geográfica simples. Não é paulistano de alma, mas também não é interiorano raiz. É aquele profissional que encara reuniões e trânsito durante a semana, mas na sexta-feira já sai do escritório com um sorriso diferente: o alívio de quem sabe que em menos de uma hora vai estar num lugar onde o vizinho mais próximo fica a trezentos metros e o barulho da noite é só o vento no bambuzal.

Não é paulistano de alma, mas também não é interiorano raiz

Quem escolheu Mairiporã fez isso de propósito, sabendo que chácara dá trabalho, que piscina precisa de bomba, que luz do terreno fica acesa a noite inteira e que ar condicionado no verão úmido da serra é necessidade, não frescura. E foi essa escolha tão certa que esbarra numa conta de luz que chega todo mês sem dó. É pra esse morador que esse texto foi pensado: pra quem já tem qualidade de vida de sobra, mas ainda não percebeu que podia estar gerando no próprio telhado a energia que mantém tudo isso funcionando.


Mairiporã: onde a Serra da Cantareira começa e o barulho de São Paulo termina

Mairiporã fica a menos de 40 quilômetros do centro de São Paulo, mas parece outro mundo. É uma cidade que vive esse paradoxo gostoso: tem cara de interior, rua de terra e ritmo devagar, mas está dentro da maior metrópole da América do Sul. Subindo a Serra da Cantareira, cada curva muda o clima, a paisagem e a temperatura.

Lá em cima, o inverno é mais frio, a neblina aparece de manhã e o silêncio tem um peso diferente que parece até desanuviar a cabeça de quem vem da rodovia. Não é à toa que Mairiporã vive aparecendo nos rankings de qualidade de vida do estado: tem condomínio que preserva a mata, chácara que convive com o Parque Estadual e um verde que virou valor de verdade por ali.

O pessoal que escolhe morar lá é bem variado: família que quer quintal grande e escola boa, profissional que faz home office com vista pras árvores, aposentado que trocou o apartamento apertado por uma casa com horta e churrasqueira, e empreendedor do turismo rural que aproveita a paisagem e a proximidade com a capital.

Mas todo mundo tem uma conta em comum: a de luz. Porque chácara tem bomba d’água, piscina aquecida, iluminação de perímetro, home office com monitor e roteador ligado direto, e ar condicionado que trabalha até no verão da serra. No fim do mês, a fatura chega sem dó e nenhum jardim bonito é capaz de disfarçar o susto.


A alma de Mairiporã: barro, brasa e horizonte verde

Mairiporã não é uma cidade que se apresenta por cartão-postal ou monumento, ela se revela nos fins de semana, quando a neblina ainda abraça as árvores e o morador toma café na varanda de casaco, feliz da vida.

A comida por ali tem aquele gosto de interior que lugar nenhum de capital consegue copiar: a Estrada do Vinho esconde adegas caseiras, queijos de gruta, linguiça defumada no fundo do quintal e geleias de fruta colhida na semana. O restaurante O Velhão parece que nasceu junto com a mata, sem firula, e lá em cima, num dia de céu limpo, você come um bom corte de novilho olhando o vale até enxergar o Pico do Jaraguá longe, lá na capital.

Óbvio pra quem já fez a decisão mais importante: a de morar bem

A cidade também é conhecida como a “Capital dos Casamentos” do interior e faz sentido, porque quem escolheu viver bem ali, no meio da serra, quer celebrar a vida no mesmo lugar que ama. Tem trilha de bike, voo livre, represa, e um ritmo que pede calma o ano inteiro. E é nesse clima de vida boa, conta de luz que às vezes dá dor de cabeça, mas com sol de sobra batendo nos telhados, que a energia solar entra como uma escolha natural, não por moda ou militância, mas porque é o passo óbvio pra quem já fez a decisão mais importante: a de morar bem.

A conta que doía mais que dor de dente

Sabe quando você abre o app do banco e já sente o estômago embrulhar? Pois é. R$ 1.354 por mês. Todo santo mês. Sem falta, sem perdão, sem remorso.

Era essa a realidade da nossa cliente lá em Mairiporã. E olha, quem mora na região da Serra da Cantareira sabe que não dá pra simplesmente “desligar o ar” no verão ou “tomar banho frio” no inverno da serra, né? O consumo batia 1.488 kWh mensais. Altão. E a Elektro não perdoa.

O que mais incomodava não era nem o valor em si. Era a sensação de impotência. Você faz de tudo pra economizar: troca lâmpada, desliga standby, briga com filho por causa do videogame ligado… e a fatura vem mais cara que o mês anterior. Porque o problema nunca foi o seu consumo. O problema é a tarifa. E a tarifa só sobe.

Aí chegou um ponto que ela falou: “Não. Chega. Vou resolver isso de verdade.”

Ligou pra equipe da Imperio Solar Renováveis. Explicou a situação. Pediu uma solução que não fosse meia-boca. E a gente entregou.


O resumo da ópera:

  • O drama: Conta de R$ 1.354 na Elektro. Mais de R$ 16 mil por ano evaporando do orçamento.
  • A virada: Usina de 11,40 kWp com 20 painéis de tecnologia TOPCon (o que tem de mais moderno no mercado) e microinversores SAJ.
  • O desfecho: Payback em 24 meses. Economia acumulada que passa de R$ 1,3 milhão em 25 anos.

Painéis TOPCon e Microinversores SAJ: a dupla que ninguém esperava

Vou te contar uma coisa que pouca gente no mercado solar brasileiro fala abertamente.

Nem todo painel solar é igual. Parece óbvio, mas a maioria das empresas te vende “placa solar” como se fosse tudo a mesma coisa. Não é. Tem uma diferença brutal entre a tecnologia antiga (P-Type PERC, que já tá ficando obsoleta) e a nova geração chamada N-Type TOPCon.

Os 20 painéis que colocamos nesse telhado são Sunova de 570W com célula TOPCon. Na linguagem do dia a dia: eles geram mais energia no mesmo espaço, esquentam menos sob o sol forte da serra e perdem menos eficiência com o passar dos anos. É tipo comparar um carro 1.0 aspirado com um turbo. Mesmo tamanho, potência completamente diferente.

E do lado dos inversores, a gente fugiu do convencional. Instalamos 5 microinversores SAJ M2-2.25K-S4. A SAJ é uma fabricante chinesa gigante que tá chegando com tudo no Brasil, e esse modelo específico (o M2-2.25K) tem uma vantagem técnica que chama atenção: ele aguenta 4 painéis de alta corrente simultaneamente, com monitoramento individual por módulo.

Mas por que microinversor e não inversor de parede?

Pergunta justa. A resposta é simples e prática.

Mairiporã é serra. Tem árvore pra todo lado. Sombra de galho às 7h da manhã, sombra de nuvem carregada às 15h. Num sistema com inversor central (aquele caixão na parede da garagem), quando a sombra pega UM painel, o telhado inteiro perde rendimento. É a famosa “corrente de natal”: queimou uma lâmpada, apaga todas.

Com o SAJ M2-2.25K, cada grupo de painéis tem seu próprio “cérebro”. Sombra em dois? Beleza, os outros dezoito tão gerando a todo vapor. E a cliente vê tudo pelo celular: qual painel tá sujo, qual tá limpo, qual tá bombando de sol.

Ah, e tem o detalhe da segurança. Não passa cabo de 600 Volts em corrente contínua pelo forro da casa. O risco de incêndio elétrico cai pra basicamente zero. Em região de mata, isso não é luxo. É obrigação.


Os números que fazem qualquer gerente de banco engolir seco

Bom, agora a parte que todo mundo quer saber. Quanto custou e quanto volta.

A usina inteira saiu por R$ 27.195,31. Vinte e sete mil reais. É o preço de um carro popular usado. Só que esse “carro” não deprecia, não consome combustível e gera dinheiro todo dia por 25 anos.

O payback? 24 meses. Dois anos. Vinte e quatro contas de luz. Depois disso, tudo que o sistema gera é lucro puro. Dinheiro que antes ia pra Elektro e agora fica no bolso.

Quer um número que arrepia? A economia total projetada em 25 anos bate R$ 1.332.935,97. Um milhão e trezentos mil reais. É mais do que muita gente ganha na vida inteira. E tava ali, escorrendo pelo ralo da concessionária todo mês, sem ninguém perceber.

A TIR (Taxa Interna de Retorno) ficou em 148,43%. Se você for no seu banco e pedir uma aplicação que renda 148% ao ano, o gerente vai rir da sua cara. Mas é exatamente isso que esse telhado entrega.

O caminho visual: de R$ 27 mil investidos pra R$ 1,3 milhão protegidos. Faça as contas no seu caso.

⭐⭐⭐⭐⭐

“O atendimento foi ótimo desde o início até os dias de hoje. Fazem 9 meses que coloquei a energia solar e sempre me deram apoio e responderam minhas mensagens com brevidade. Os prazos foram todos cumpridos. Super recomendo!”

— Cliente em Mairiporã, SP | Avaliação Google ⭐ 5/5


SEU TELHADO PODE VALER MAIS DE R$ 1 MILHÃO

Enquanto você pensa, a concessionária cobra. Não espere o próximo reajuste pra agir.


Dúvidas que a galera sempre pergunta

Essa tal de tecnologia TOPCon é realmente melhor que as placas normais?

Olha, “melhor” é relativo, mas os fatos são esses: célula TOPCon gera entre 2% e 3% mais energia que a PERC convencional, degrada menos ao longo dos anos e aguenta melhor temperaturas altas. Na prática, pro dono do sistema, significa mais kWh no telhado e mais dinheiro no bolso. É simples assim.

Microinversor SAJ? Nunca ouvi falar dessa marca.

Normal. A SAJ é uma gigante lá na China (faturamento de bilhões de dólares), mas só chegou com força no Brasil recentemente. O modelo M2-2.25K-S4 é robusto, tem monitoramento pelo app e garantia de 12 anos. A gente acompanha de perto o desempenho em campo e, até agora, zero dor de cabeça.

A Elektro demora muito pra aprovar o sistema?

Depende da região e da época do ano. Em Mairiporã, o prazo costuma ficar entre 30 e 60 dias depois que a gente protocola toda a documentação. Mas é importante saber: a burocracia toda fica por conta da nossa engenharia. O cliente não precisa ir em posto da Elektro, não precisa preencher formulário, nada. A gente cuida de tudo.

Se chover uma semana seguida na serra, fico sem luz?

Não. O sistema é conectado à rede (On-Grid). Quando chove e a geração cai, você consome da rede normalmente e usa os créditos que acumulou nos dias de sol. Esses créditos valem por 60 meses. Então aquele solzão de janeiro compensa a garoa de julho sem problema.

Dá pra financiar e já sair economizando?

Dá sim, e é o que a maioria dos nossos clientes faz. Em muitos casos, a parcela do financiamento fica menor que a economia na conta. Resultado: o sistema se paga sozinho desde o mês 1. Parece bom demais? A gente mostra as contas na simulação gratuita.


Projeto: n2493

Alexandre Nascimento

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