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Energia Solar Residencial em Mogi das Cruzes – 9,36 kWp

 

Ficha técnica do projeto

EspecificaçãoDetalhe
Potência Instalada9,36 kWp
Módulos Fotovoltaicos16x Ronma RM-585W Bifacial
Inversores4x Microinversores Solax X1-Micro 1875 G2
Geração parcial Real (Mai/2026)602,30 kWh
Geração Estimada Anual~12.000 kWh
Tarifa Média (EDP SP)~R$ 0,79/kWh
Investimento TotalR$ 24.819,00
Data de InstalaçãoFevereiro de 2026
LocalizaçãoAlto do Ipiranga – Mogi das Cruzes, SP
ConcessionáriaEDP São Paulo
Tipo de TelhadoCerâmico (Colonial)

A conta da EDP tava comendo o orçamento dessa família em Mogi. Aí vieram os painéis. R$ 700, R$ 800… teve mês que passou de mil.

Não tem como dourar a pílula. Conta de luz em Mogi das Cruzes dói.

A EDP cobra por volta de R$ 0,79 o quilowatt-hora pra quem é residencial. Parece fichinha quando você olha o número isolado, né? Mas multiplica isso por 800, 900 kWh de consumo num mês de verão com ar-condicionado ligado e chuveiro elétrico o dia inteiro — e pronto: a fatura vem gorda. Gordíssima.

E em 2025 a ANEEL autorizou um reajuste de quase 15% de uma tacada só pra EDP São Paulo. Quinze por cento! Quem já achava a conta salgada levou um susto. Quem achava normal… bom, continuou pagando.

A família que mora no Alto do Ipiranga, em Mogi, tava no segundo grupo. Pagava e engolia. Até que um vizinho instalou painéis e a ficha caiu. “Peraí, como assim o cara não paga mais conta de luz?”

Vieram até a Imperio Solar. Fizeram a conta. E a conta não mentiu.


Mas Mogi tem sol pra isso?

Essa pergunta aparece em toda conversa. “Ah, aqui chove muito”, “Ah, Mogi é úmido demais”.

Vamos aos fatos.

Mogi das Cruzes recebe em média 4,5 kWh/m²/dia de irradiação solar — dado do CRESESB, que é o braço do INPE que mede isso no Brasil inteiro. Pra colocar em perspectiva:

  • Cuiabá (MT): 5,4 kWh/m²/dia
  • Fortaleza (CE): 5,9 kWh/m²/dia
  • Mogi das Cruzes (SP): 4,5 kWh/m²/dia
  • Curitiba (PR): 4,2 kWh/m²/dia

Mogi não é Nordeste. Não precisa ser. Com 4,5 de média, qualquer sistema bem feito gera com folga. E o sistema dessa casa tá provando isso — com números reais, não projeção de PowerPoint.


O que foi pro telhado: 16 painéis Ronma bifaciais de 585W

Painel fotovoltaico Ronma 585W bifacial usado no projeto de energia solar.
O painel Ronma RM-585W: bifacial, 132 células, moldura em alumínio reforçado. Gera energia dos dois lados — frente e verso.

Quem tá por dentro conhece Canadian, Trina, LONGi. Mas o que vale no painel não é o marketing da marca — é a ficha técnica.

E a ficha do Ronma RM-585W é brutal:

  • 585 watts de pico por módulo
  • Tecnologia bifacial (gera energia pela frente e pelas costas)
  • 132 meias-células (Half-Cell) — que aguentam sombra parcial sem derrubar o sistema inteiro
  • 25 anos de garantia de produção

Dezesseis deles no telhado. 9,36 kWp de potência total. Numa área de mais ou menos 35 metros quadrados de telha colonial.

O detalhe da bifacialidade importa aqui: a telha cerâmica dessa casa tem um tom avermelhado claro que reflete uma boa parcela de luz. Essa luz bate na parte de trás do painel e vira energia extra. Não é um ganho absurdo — gira em torno de 5 a 10% — mas em 25 anos de operação, esse “extra” vira milhares de reais no bolso.


Solax X1-Micro: o microinversor que conversa pelo Wi-Fi

Microinversor Solax X1-Micro 1875w G2
O Solax X1-Micro 1875 G2: compacto, com múltiplas entradas MC4 e Wi-Fi nativo. Cada um cuida de 4 painéis de forma independente.

Agora, o coração do sistema. E aqui vai uma escolha que foge do padrão do mercado.

A maioria das empresas coloca Hoymiles. É bom? É. Mas a gente escolheu 4 microinversores Solax X1-Micro 1875 G2 pra esse projeto. E não foi por acidente.

O Solax G2 tem Wi-Fi embutido direto no corpo do equipamento. Sem gateway externo, sem dongle pendurado na parede, sem gambiarra. Liga no Wi-Fi da casa e pronto — o monitoramento aparece no app Solax Cloud em tempo real. Geração do dia, do mês, do ano. Quanto economizou em dinheiro. Quanto de CO₂ deixou de emitir. Tudo na palma da mão.

Cada micro cuida de 4 painéis. Se uma folha cai em cima de um módulo (e em Mogi, com aqueles ipês e mangueiras nos quintais, isso acontece toda semana), só aquele grupo perde um pouquinho de rendimento. Os outros 12 painéis? Seguem gerando normalmente. É a vantagem de ter cada grupo trabalhando de forma independente.

E a segurança? Tensão baixa no telhado. Nada de 600V em corrente contínua passando por dentro da casa. Pra quem tem criança ou bicho de estimação circulando, isso importa mais do que parece.


Os dados reais. Direto do app. Sem maquiagem.

Aqui é onde a conversa muda de nível. Chega de “estimativa”, “projeção”, “previsão”. Vou mostrar o que o sistema TÁ gerando. Agora. Na prática.

Geração mensal — Abril de 2026

Abril/2026: 1180 kWh gerados. As barras amarelas são a geração solar; as roxas, o consumo da casa. Nos dias de sol forte (dias 4 a 8), o sistema entregou entre 40 e 53 kWh por dia.
Abril/2026: 1180 kWh gerados. As barras amarelas são a geração solar; as roxas, o consumo da casa. Nos dias de sol forte (dias 4 a 8), o sistema entregou entre 40 e 53 kWh por dia.

Seiscentos e dois quilowatt-hora em maio. E olha que abril nem é o mês campeão de sol em Mogi — dezembro e janeiro são melhores. Mas 1180 kWh já cobrem tranquilamente o consumo diurno da casa, como mostra o gráfico: 100% da geração foi absorvida direto pela residência (System to Home: 100%).

Nos dias bons, o sistema bombou: 48, 50, 53 kWh num único dia. Nos dias nublados “quase noites” (dia 10), caiu pra 3 kWh. Normal. O sistema On-Grid é feito pra lidar com isso — acumula crédito nos dias bons e compensa nos ruins.

Dashboard de economia — acumulado 2026

Dashboard Solax Cloud mostrando economia acumulada de R$ 1.638 e benefícios ambientais do sistema solar em Mogi das Cruzes
O painel do Solax Cloud não mente: R$ 1.638 em economia nos primeiros meses de operação. E o contador de benefícios ambientais já marca 27 árvores equivalentes e 1,61 tonelada de CO₂ evitado.

R$ 1.638,98 acumulados. Em apenas dois meses. Sem fazer nada. O sol bate, o sistema gera, o app conta e te mostra.


E a conta final? Quanto dá pra economizar por ano?

Vou fazer a conta junto com você. Sem enrolação.

  • Geração estimada anual: ~12.000 kWh
  • Tarifa da EDP: R$ 0,79/kWh
  • Economia anual: ~R$ 9.480

O investimento total do projeto ficou em R$ 24.819. Divide pela economia anual e o payback fica em ~31 meses. Dois anos e meio. Depois disso? São mais de 22 anos de energia saindo do telhado sem custo nenhum.

Sabe quanto são R$ 9.480 por ano durante 22 anos? Mais de R$ 208 mil. E isso sem considerar os reajustes anuais da ANEEL, que só fazem esse número subir.

Infográfico de retorno financeiro do sistema solar em Mogi das Cruzes
Vinte e quatro mil reais que se pagam em 31 meses e geram economia por mais de duas décadas.

Confira outros projetos concluídos pela Imperio Solar em todo o Brasil.


🌱 O telhado que planta árvore sem precisar de terra

O dashboard do Solax já puxa esses dados automaticamente. Mas vou traduzir pra ficar mais palpável:

🌍 O que esse telhado faz pelo planeta em 12 meses

🌳41 árvores
A energia gerada em 1 ano evita a mesma quantidade de CO₂ que 41 árvores adultas absorvem. Sem precisar plantar nenhuma.
💨900 kg de CO₂ a menos no ar
Quase uma tonelada de gás carbônico que simplesmente deixa de existir. Todo ano. Enquanto o sistema funcionar.
🚗Compensa meio carro a gasolina
Um carro popular roda o ano inteiro emitindo ~2.400 kg de CO₂. Esse telhado sozinho abate quase metade disso.
72 mil km num carro elétrico
Com os 12.000 kWh do ano, dava pra rodar de Mogi das Cruzes até Paraty e voltar umas 50 vezes num BYD Dolphin. Ou fazer 8 road trips de ida e volta até Ouro Preto.

MORA EM MOGI? TELHADO PARADO É DINHEIRO JOGADO FORA

A EDP reajustou 15% em 2025. O sol? Continua de graça. Simule agora.


Dúvidas que o pessoal de Mogi sempre tem

“Solax? Nunca ouvi falar. Confia?”

Confia. A Solax Power tem sede na China e na Europa, tá listada na bolsa de valores chinesa, e já colocou mais de 2 milhões de inversores no mundo. O X1-Micro 1875 G2 vem com 15 anos de garantia e aquele monitoramento pelo app que mostrei ali em cima. Se dá problema, a gente vê na hora — literalmente.

“602 kWh por mês zera minha conta?”

Depende. Se você gasta 600, 700 kWh por mês, zera sim — sobra só a taxa mínima que a EDP cobra pra manter o medidor ligado (~R$ 50 e pouco). Se gasta mais, a conta cai proporcional. No caso dessa casa, 100% da geração de maio foi consumida ali mesmo. Nada foi pra rede.

“Telha colonial aguenta 16 painéis?”

Aguenta tranquilo. A estrutura usa suporte Hook — é um gancho que abraça a telha sem furar nada. O peso de cada painel é uns 30 kg, distribuído nos perfis de alumínio. A engenharia checa a estrutura do telhado antes de qualquer coisa subir.

“E se chover a semana inteira?”

Gera menos. Dia nublado rende 20 a 40% da capacidade. Dia de chuva forte, quase nada. Mas aí entra a compensação de créditos: nos dias de sol (e Mogi tem bastante, especialmente entre setembro e março), o sistema gera mais do que a casa consome. Esse excedente vira crédito e cobre os dias cinza. No acumulado do ano, a conta fecha.

“Energia solar de verdade ajuda o meio ambiente ou é jogada de marketing?”

É real. E mensurável. O dashboard do Solax mostra em tempo real: em poucos meses, esse sistema já evitou 1,61 tonelada de CO₂ e equivale a 27 árvores plantadas. Multiplica isso por 25 anos de operação e a história muda de escala.


Projeto: n2798

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